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08/08/2018

Fascínio da mobilidade

Artigos / Entrevistas

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Simea discutiu caminhos para o futuro da indústria automotiva.

Discutir o futuro nunca foi tão fascinante como nos tempos atuais. E a indústria automobilística faz parte ao ter sob sua responsabilidade produzir os meios de mobilidade terrestre. Tudo passa por longas discussões e apostas cautelosas ou até radicais. O 26º Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), semana passada em São Paulo, destacou muitas facetas e soluções.

Sobre carro elétrico, espera-se um grande fosso entre o que pode acontecer no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. O Brasil e países de renda média e baixa terão enormes dificuldades para avançar. Aqui, a frota de elétricos a bateria é estimada em cerca de 300 unidades. Em 2016, a China emplacou 350.000 elétricos e híbridos ou 1,4% das vendas totais de 25 milhões de unidades. Já na Noruega os 25.000 elétricos e híbridos comercializados representaram 25% do total. Na Alemanha, França e Japão os alternativos atingiram 1% das vendas. Portanto, não existe ainda cenário claro. Mesmo países ricos deverão eletrificar-se em ritmo heterogêneo.

No entanto, motores a combustão interna ainda receberão várias melhorias em especial com ajuda de assistência elétrica. E também poderão atuar apenas como gerador para carregar baterias mais baratas e aumentar a autonomia. O potencial dessas aplicações mistas é bem razoável, sem contar novos ciclos de combustão (Mazda) ou motores com taxa de compressão variável (Nissan).

Luciano Driemeier, da Ford, chamou a atenção para o caminho dos veículos autônomos. Ao mesmo tempo em que as pessoas se estressarão menos e usarão melhor o seu tempo em deslocamentos, em países como o nosso as preocupações decorrentes da violência urbana devem ser levadas em conta. Também fazem parte das incertezas as mudanças de legislação e os dilemas éticos em caso de acidentes (matar ou morrer?). Porém, a tecnologia avançará tanto que, tudo indica, nunca se chegaria a uma situação na qual a colisão é a única opção. Em teoria, possível.

O engenheiro admite que custos muito altos ainda precisam baixar, sem contar investimentos em infraestrutura e os de interação total veículo-veículo, além destes com as vias. Deu exemplo do Lidar, espécie de radar que usa raios laser para detecção e distância com altíssima precisão. No início custava US$ 70.000. Em 2016 já havia abaixado para US$ 250 e pode chegar a apenas US$ 90, além da rápida miniaturização.

Especificamente sobre carros autônomos no Brasil, ele traça um primeiro cenário otimista de cinco anos para as primeiras aplicações práticas. Mas não descarta que esse prazo se estenda por até 20 anos. “As pessoas estão abertas para a ideia de possuir um produto autônomo. Aqui até acima da média mundial, à frente de países que receberão a tecnologia primeiro”, acrescentou.

Na opinião desta Coluna, só após se saber o preço efetivo do “carro à prova de acidente”, algo ainda meio escondido pela indústria, poderiam-se fazer previsões mais acuradas de aceitação no mercado.

Leimar Mafort, da Bosch, acredita na alta redundância de sistemas e assim se conseguiriam evitar falhas. Desastres envolvendo veículos que dispensam o motorista tenderiam a zero.

 

Por automotivebusiness.com.br - Fernando Calmon

 

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